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Agua Limpa de Goiás: Relatórios contábeis mostram que dívida da Cerâmica Publica de Água Limpa é da gestão 2013/2016 e não dá 2017/2020

Débito acumulado repassado a gestão Zé Carlos foi de R$ 239.126,40 - ou seja prejuízo de R$ 11.083,66 ao longo dos 4 anos, em 31 de dezembro de 2020 e não R$ 450 mil como expuseram em veículos de comunicação e redes sociais

Por Redação em 16/01/2021 às 12:07:58
(Reprodução)

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O imbróglio da situação real da Cerâmica Publica de Água Limpa S/A vem da administração do ex-prefeito de Agua Limpa Sebastião David Morais – Coxeta (2013/2016), que repassou de acordo com relatórios contábeis ao então prefeito Valdir Inácio do Prado (2017/2020), quando assumiu a gestão em janeiro de 2017, a dívida era de R$ 228.042,74 – e em 31 de dezembro de 2020, repassada a administração do atual prefeito José Carlos Guimarães Filho, de acordo com dados da contabilidade R$ 239.126,40, ou seja, um acumulo real de prejuízo de R$ 11.083,66 ao longo dos últimos 4 anos.

Em janeiro de 2017, a dívida assumida da gestão de Sebastião David Morais – Coxeta (2013/2016) era de R$ 228.042,74

De acordo com o ex-prefeito Valdir Inácio, a questão da Cerâmica é complexa diante a existência de encargos fiscais acumulados e as receitas e despesas não fecham e impede o funcionamento da mesma, visto que o giro de receita tem que pagar funcionários, energia, encargos existentes e atuais, e a verdade tem que ser exposta pois não irei assumir uma responsabilidade maior da que tenho, visto que repassamos com um debito acumulado de R$ 239.126,40 na realidade, e neste período tivemos o prejuízo de R$ 11.083,66 e não R$ 450 mil como expuseram durante a semana em veiculo de comunicação e rede social.

Débito acumulado repassado de R$ 239.126,40 - ou seja prejuízo de R$ 11.083,66 da época ao longo dos 4 anos, em 31 de dezembro de 2020 e não R$ 450 mil como expuseram em veículos de comunicação e redes sociais

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