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Diante novos acontecimentos, MDB de Daniel Vilela pode vir fazer parte da gestão do governador Ronaldo Caiado

Com a eminente saída da gestão da capital o MDB poderá vir a compor com líder do Democratas e somar forças para 2022

Por Redação em 05/04/2021 às 08:08:07
Governador Ronaldo Caiado e Daniel, tem se mostrado estes passos, desde a partida de Maguito pai do presidente emedebista

Governador Ronaldo Caiado e Daniel, tem se mostrado estes passos, desde a partida de Maguito pai do presidente emedebista

Não é segredo para ninguém que as relações entre o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do partido Democratas, e o presidente do MDB, ex-deputado federal Daniel Vilela, são as mais cordiais e republicanas possíveis.

Também não é segredo que Ronaldo Caiado, na disputa da reeleição, gostaria de ter o apoio do MDB. Porque o partido está assentado em todo o Estado — com ampla tradição política.

Nas conversas entre Ronaldo Caiado e Daniel Vilela não se discute a posição que o MDB poderá ocupar na chapa majoritária. Até porque os dois, sendo políticos experimentados, sabem que é cedo para este tipo de definição — que só deve ocorrer em 2022, entre maio e junho. Mas chegaram à conclusão de que as portas de ambos deverão ser mantidas abertas. Como afirma um governista, "não se deve arrombar portas abertas".

Frisa-se, no governismo, que nenhum político em sã consciência, sobretudo se conhecer a história política de Goiás, deve dispensar o apoio de um partido como o MDB, com duas lideranças jovens e promissoras — Daniel Vilela e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha.

Se o MDB romper com o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, do Republicanos, Ronaldo Caiado poderá oferecer espaço no governo para o emedebismo? É provável. Desde, sobretudo, que a aproximação inclua todo o MDB, e não apenas o grupo de Daniel Vilela. No momento, Gustavo Mendanha é reticente quanto a uma aliança. Mas um aliado do prefeito sublinha que ele seguirá a decisão do presidente do partido — a quem considera, além de aliado político, um amigo. Ele costuma lembrar que, quando disputou a Prefeitura de Aparecida pela primeira vez, em 2012, o candidato de Maguito Vilela não era ele, e sim o ex-deputado federal Euler Moraes, com quem tinha mais afinidade. Daniel Vilela teria sido decisivo ao convencer o pai de que Gustavo Mendanha representava a renovação, um avanço, e tinha o apoio dos vereadores.

Comenta-se que a Secretaria de Desenvolvimento Social, hoje sob o comando de um técnico, pode ser ocupada por alguém indicado por Daniel Vilela. Ele próprio e o governador Ronaldo Caiado nunca trataram do assunto. Mas o Republicanos está conseguindo empurrar, ainda mais, o emedebismo para o lado do líder do partido Democratas.

Fonte: Com informações da Coluna Bastidores do Jornal Opção On Line

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